Caro Orlando,
Se há aqui alguém que gosta de manobras de diversão, truques de mágica ou malabarismos, essa pessoa não sou eu. Simplesmente me limitei a responder a acusações suas, que realmente se afastaram, e muito, da questão inicial – a Pena de Morte. Além disso, vossa excelência não me pode limitar o discurso ou boicotar a resposta, apenas porque lhe perguntei qual o critério que usa para aceitar tão convictamente o 5º Mandamento e a rejeitar o 7º. Acredito que isso faça parte de uma discussão normal!
Acusa-me de por em causa a genuidade das convicções da Igreja Católica. Pois, queira saber que as minhas convicções vão ao encontro – pelo menos, faço por isso – da Tradição católica, ou seja, contra as vigarices modernistas do Ecumenismo e Concílio Vaticano II. Por isso, não me parece minimamente honesto tentar considerar-me um "herege", até porque não fui eu quem pôs em causa a veracidade das Sagradas Escrituras.
Sobre a questão principal, a Pena de Morte, acredito que já justifiquei suficientemente – também pela Bíblia – o facto de esta não ir contra Cristo, mas até a favor, se aplicada por Bem e com Justiça. Pelo contrário, o Orlando apenas parece falar em "ética", "barbaridade", "consciência", entre outras divagações como "Paulo não é Jesus" e o "Apocalipse é uma metáfora" e que nada acrescentam ou diminuem ao cerne da questão. Por isso, não me parece plausível continuar a tentar justificar-me perante alguém que já assumiu rejeitar a Bíblia. Até porque, a paciência tem limites e mesmo Jesus Cristo nos ordenou a não nos desviarmos do Caminho para tentar corrigir desvios alheios, sobre pena de também cair em desvio: «Se não vos receberem e não ouvirem vossas palavras, quando sairdes daquela casa ou daquela cidade, sacudi até mesmo o pó de vossos pés» (Mateus 10:14).
Como sempre, os meus cumprimentos.
Se há aqui alguém que gosta de manobras de diversão, truques de mágica ou malabarismos, essa pessoa não sou eu. Simplesmente me limitei a responder a acusações suas, que realmente se afastaram, e muito, da questão inicial – a Pena de Morte. Além disso, vossa excelência não me pode limitar o discurso ou boicotar a resposta, apenas porque lhe perguntei qual o critério que usa para aceitar tão convictamente o 5º Mandamento e a rejeitar o 7º. Acredito que isso faça parte de uma discussão normal!
Acusa-me de por em causa a genuidade das convicções da Igreja Católica. Pois, queira saber que as minhas convicções vão ao encontro – pelo menos, faço por isso – da Tradição católica, ou seja, contra as vigarices modernistas do Ecumenismo e Concílio Vaticano II. Por isso, não me parece minimamente honesto tentar considerar-me um "herege", até porque não fui eu quem pôs em causa a veracidade das Sagradas Escrituras.
Sobre a questão principal, a Pena de Morte, acredito que já justifiquei suficientemente – também pela Bíblia – o facto de esta não ir contra Cristo, mas até a favor, se aplicada por Bem e com Justiça. Pelo contrário, o Orlando apenas parece falar em "ética", "barbaridade", "consciência", entre outras divagações como "Paulo não é Jesus" e o "Apocalipse é uma metáfora" e que nada acrescentam ou diminuem ao cerne da questão. Por isso, não me parece plausível continuar a tentar justificar-me perante alguém que já assumiu rejeitar a Bíblia. Até porque, a paciência tem limites e mesmo Jesus Cristo nos ordenou a não nos desviarmos do Caminho para tentar corrigir desvios alheios, sobre pena de também cair em desvio: «Se não vos receberem e não ouvirem vossas palavras, quando sairdes daquela casa ou daquela cidade, sacudi até mesmo o pó de vossos pés» (Mateus 10:14).
Como sempre, os meus cumprimentos.

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