Quinta-feira, 17 de Julho de 2008

A Criminalidade Existe e Está Mais Perto Do Que Se Imagina

Na passada sexta-feira, Portugal acordou (sem bem que algo sonolento com a censura esquerdista do politicamente correcto) para uma dura e triste realidade que desde há muito tempo tem vindo a assolar os bairros das grandes áreas metropolitanas: a criminalidade, fortemente associada a outros fenómenos sociais como o multiculturalismo, a discriminação e guerra racial, a limpeza étnica, a posse ilegal de armas e a tentativa de homicídio. Porém, não me quero alongar sobre esses fenómenos associados (pretendo fazê-lo posteriormente) mas sim concentrar-me na criminalidade em si, particularmente num episódio por mim vivido.
Sendo eu estudante universitário e encontrando-me em período de quase-férias, estive ontem toda a manhã em casa cuidando dos meus afazeres, quando por volta das 11:30 alguém me toca à campainha. Espreitei pelo óculo da porta e vi um homem de aspecto duvidoso com uma espécie de saco de papel branco na mão. Reparei também que este tocava em simultâneo à campanha dos vizinhos da frente. Na minha boa fé, julguei tratar-se de alguém a crer vender a sua publicidade, como de resto tem acontecido com frequência. Assim, não ligue e voltei aos meus afazeres, sem nunca responder ao indivíduo. Começo a ouvir um barulho vindo debaixo da porta e novamente mantive a minha expectativa presumindo tratar-se de um postal publicitário ou algo do género. Algum tempo depois apercebi-me da sua desistência, ouvindo passos escada abaixo. Após a sua retirada, a vizinha da frente abriu a sua porta, ao que eu também abri perguntando o que se passava. A senhora responde-me que o indivíduo tentou forçar as nossas portas metendo algo por debaixo das mesmas (quiçá verificando a existência de tranca) para depois entrar em nossas casas. Ora, meus caros isto tudo aconteceu comigo, num bairro dormitório algo pacato dos arredores de Lisboa. Pois como não sento o meu traseiro numa qualquer bancada parlamentar, nem tão pouco tenho dinheiro para uma casa na Lapa com segurança pessoal, tenho que me sujeitar a este tipo de vicissitudes?! A polícia foi devidamente chamada ao local, por via telefónica, ao que da esquadra me responderam que só existiam duas viaturas e ambas estavam em serviço. Avisaram-me também que logo assim que possível, passariam pelo local, mas até agora não vi nem carro nem polícias. Ainda estarão em serviço? Contudo, aquilo que mais me arrependo é de na minha inocência e boa-fé não me ter apercebido da gravidade da situação. De resto, tenho a certeza que da próxima vez não serei tão benevolente. Pois, até que a polícia chegue (se chegar) tratarei eu próprio de aplicar a minha "lei". Pelo menos, um correctivo nunca fez mal a ninguém!

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O Dr. Régio Moura mostra-nos aqui mais um exemplo de quão graves estão as coisas no que respeita a criminalidade, não só em Portugal mas um pouco por todo o Mundo. O vídeo é absolutamente chocante, de chorar lágrimas de raiva. A senhora em questão tem idade para ser minha avó e se eu fosse seu neto não descansaria enquanto não fosse feita justiça. A justiça dos homens aqui seria leve. Bater numa senhora daquela idade e com tamanha violência? Que me desculpem os mais insensíveis, mas a forca é a única solução para os indivíduos sem arrependimento e sem perdão.

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Curiosamente, no passado fim-de-semana assisti ao filme brasileiro Tropa de Elite. Sobre este, posso garantir que representa fielmente e em todos os aspectos um país chamado Portugal, daqui por 10 anos. E se me enganar, sempre podem atirar pedra...
Mas como se costuma dizer "para grandes males grandes remédios" e um Batalhão de Operações Policiais Especiais torna-se cada vez mais uma necessidade para combater certos tipos de criminalidade, como aquela guerrilha urbana que teve palco no bairro da Quinta da Fonte, em Loures.

1 comentários:

Anónimo disse...

A negação da ordem propagandeada por todo o sistema vigente só terá um fim: o caos.
Resta-nos ou emigrar para uma zona do globo com um ar mais respirável, longe de fedor instituido pelos gloriosos revolucionários de abril, ou lutar de forma desigual.
Bom trabalho caro Demokrata.