
A República Portuguesa é um erro que nem a sua bandeira consegue esconder. O erro é histórico e heráldico, e não é preciso ser especialista em nenhuma das duas para o conseguir perceber.
É histórico, e basta olhar para a evolução da Bandeira para verificar que 1910 representa o ano de ruptura e de quebra efectiva com a nacionalidade portuguesa. Porque, se já em 1830 o azul representava o Liberalismo, em 1910 só o Escudo é verdadeiramente herança dos nossos "egrégios avós". Pois, mesmo com a nefasta intrusão do Liberalismo na História, em 1830 a Nação ainda conservava os principais pilares da portugalidade. Portugal ainda era uma Pátria santa, soberana, livre e independente. Algo que já não acontece em 1910, o ano em que a Ideologia absorve inteiramente a Nação e subverte por completo a Bandeira.
Por isso, 1910 é o ano da derradeira traição – III República é piada – o ano em que deixou de haver Portugal para passar a haver a República Portuguesa. O desenhador da Bandeira deixou de ser a História para passar a ser a República. E as cores da Bandeira são agora a cores do Partido Republicano.
Além disso, o erro também é heráldico. É heráldico, porque nas regras da heráldica, o verde e o vermelho são dois esmaltes, e como tal nunca deviam entrar em contacto um com o outro. Ou como se costuma dizer, uma má árvore nunca pode dar bons frutos: se o verde e o vermelho não combinam, então não é por acaso que Portugal e República também não combinem. O país do embuste e da parolice, estes são os "maus frutos" da "má árvore" de 1910.
É histórico, e basta olhar para a evolução da Bandeira para verificar que 1910 representa o ano de ruptura e de quebra efectiva com a nacionalidade portuguesa. Porque, se já em 1830 o azul representava o Liberalismo, em 1910 só o Escudo é verdadeiramente herança dos nossos "egrégios avós". Pois, mesmo com a nefasta intrusão do Liberalismo na História, em 1830 a Nação ainda conservava os principais pilares da portugalidade. Portugal ainda era uma Pátria santa, soberana, livre e independente. Algo que já não acontece em 1910, o ano em que a Ideologia absorve inteiramente a Nação e subverte por completo a Bandeira.
Por isso, 1910 é o ano da derradeira traição – III República é piada – o ano em que deixou de haver Portugal para passar a haver a República Portuguesa. O desenhador da Bandeira deixou de ser a História para passar a ser a República. E as cores da Bandeira são agora a cores do Partido Republicano.
Além disso, o erro também é heráldico. É heráldico, porque nas regras da heráldica, o verde e o vermelho são dois esmaltes, e como tal nunca deviam entrar em contacto um com o outro. Ou como se costuma dizer, uma má árvore nunca pode dar bons frutos: se o verde e o vermelho não combinam, então não é por acaso que Portugal e República também não combinem. O país do embuste e da parolice, estes são os "maus frutos" da "má árvore" de 1910.

6 comentários:
Triste país e miserável povo que não percebe que sem Pátria não há futuro.
Caro Demokrata
Além da bandeira, não podemos esquecer o hino. Marchamos contra canhões e tentamos levantar de novo o espírito de Portugal.
O nosso hino é, provavelmente, o hino mais derrotista (e até suicida...veja-se o exemplo dos canhões) que existe.
Talvez isso explique um pouco aquilo que os Portugueses são...
Um abraço
Ora, tenho andado arredado da blogoesfera, e eis que me dou com esta pérola de texto.
O estimado Demokrata bem sabe que tenho a quezília das bandeiras no goto... e que é tema recorrente no meu estaminé. Por isso, é-me caro!
Saudações patrióticas!
Anónimo,
Tem toda a razão. Quem renega a Pátria, renega tanto a Casa onde nasceu como a Família que o criou. Daí a Pátria ser como que uma extensão da Família à Comunidade. Ou pelo menos, esse deve ser o carácter orgânico da Nação.
PR,
Bem lembrado. Com a República, não foi só a Bandeira, mas também o Hino foi adulterado. É mais uma prova da mentalidade republicana que subverte a Nação e a História à própria ideologia.
Menestrel,
Realmente já tinha notado pela sua falta. Pois espero que não volte a desaparecer! Em relação ao resto, parece que estamos mais uma vez de acordo.
A todos,
Um abraço e saudações patrióticas.
O azul de 1830 não representa o "liberalismo"; com o branco, representou as cores originais da fundação do reino. Porque, bem ou mal, os liberais portugueses viram-se como restauradores do Portugal original contra um absolutismo que fora importado do lado este da fronteira...
Companheiros lusófonos
A heráldica como conhecemos já existia no mundo feudal, e as leis conhecidas devem datar no mínimo do início da idade moderna. São no mínimo arcaicas. Prova disso, todas as cores são esmaltes, exceto amarelo e branco, e misturam-se frequentemente nas bandeiras e símbolos do mundo (por acaso não a minha). Além disso, é comum que um país mude de bandeira ao abandonar a monarquia.
No caso do meu país a bandeira era a bandeira estadunidense com cores brasileiras, mas foi mudada para uma mais parecida com a imperial. Acho que já ouvi falar de plebscitos para mudança de bandeira: Realmente, assim como no meu país, a bandeira monárquica é muito mais bonita.
Antes de achar o seu hino pessimista, leia o hino da polônia:
http://en.wikipedia.org/wiki/Poland_Is_Not_Yet_Lost
A página é em inglês pois a tradução brasileira me parece atenuada, a não ser que a em inglês esteja exagerada. Prefiro o hino de vocês ao brasileiro.
Abraço.
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